Oi, professores, como vão? Não me levem a mal por aparecer assim, de repente, sem pedir licença... É que ao vê-los , com esse seu jeito suave, mas firme, tão professorando, falando sobre a tragédia da educação nacional, a primeira idéia que me ocorreu foi: Nova Campina precisa urgentemente decretar “Estado de Faxina” e fazer uma limpeza geral nos políticos dessa cidade.
A coisa tá braba, caros professores, braba mesmo! E não é só na educação, não; o lixo político empesteia a cidade em todas as Diretorias... Mas não é entulho recente, é tranqueira anciã, estropício secular, coisa velha que criou raízes desde o tempo da emancipação. Haja vassoura, detergente, creolina e “mata-rato”!
Tá tudo errado nessa freguesia tupiniquim e é por isso que professoras e professores padecem um calvário... Vocês querem ensinar, formar cidadãos, mas além de receber um salário humilhante, ainda têm que suportar a presença de alunos idiotizados desde o berço pela TV, por certos pais relapsos e políticos mortos de fome, que só pensam em si mesmos. Parece que há uma tramóia para desviar a atenção do povo do seu problema mais grave: o desprezo do governo municipal para com os obreiros do ensino.
Quem devia fazer alguma coisa, não faz nada, professores! Nossos bravos vereadores estão às voltas com o Plano de Carreira de vocês, para eles isso mais parece um bicho de sete cabeças. Talvez se, de repente, o povaréu fizesse uma “Marcha pela Educação” a coisa melhorasse, mas...
Todo mundo tem proteção da Lei na fuzarca nacional. Há o Estatuto do Idoso, do Índio, do Adolescente, da Magistratura... Cadê o Estatuto do Professor? Nenhuma outra categoria merece tanto ser protegida como a dos mestres. São vocês, prezados, que moldam o aluno, o profissional e, por consequência, o destino da cidade. Nenhum prefeito ou vereador está preocupado com a formação cultural de uma pessoa. O prefeito só deseja o seu voto para continuar na regalia; os vereadores só querem agradar o prefeito para terem também as suas.
Ser professor nesta cidade é um trabalho de Hércules! Mas na sua aparente fragilidade reside sua força. No seu campo de batalha há inimigos poderosos; desleais nos seus deveres para com a cidade! Mas não se esqueçam, Davi derrotou um gigante com apenas uma pedra... Vocês estão melhores: têm uma lousa, um giz e a força maravilhosa do ideal que as ilumina!
Enquanto isso aparecem aproveitadores de última hora, saídos do nada, se dizendo o último dos moicanos em defesa da classe...me poupem! Um tal de Jadir se diz o representante máximo dos professores, posta no Face Book...Eu e o prefeito deixamos nas mãos dos vereadores o Plano de Carreira, foi custoso, mas fizemos a nossa parte, agora é com eles! A tá...
Os principais interessados, os professores da rede municipal, não têm sequer uma cópia do famoso Plano de Carreira, não puderam expor suas opiniões...mas já está nas mãos dos nobres edis, fiquem tranquilos, eles são capacitados a analisar de maneira dinâmica e leal o teor do tão sonhado Plano.
Agora é só aguardar e vamos ver no que vai dar. Como diz um dos diretores de departamento municipal...é o fim da rosca!
A serviço da Justiça, da Verdade e da Liberdade de expressão do povo de Nova Campina. Nós acreditamos no desenvolvimento de nossa cidade.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Falta de medicamentos no Posto de Saúde gera reclamações dos usuários
O trabalhador rural Aldemir se dirige regularmente à farmácia do Posto de Saúde da vila Prohmann para adquirir os medicamentos que ele e sua família necessitam e que são disponibilizados gratuitamente pela rede pública. Mas, às vezes, volta de mãos vazias, pois alguns dos remédios considerados básicos estão em falta na farmácia do município. O problema da falta de medicamentos já ganhou a atenção dos responsáveis, que admitem que a demanda de pacientes está cada vez maior.
“Eu já precisei de analgésicos comuns, e não tinha”, revela Aldemir, que não pode pagar pelos remédios em farmácias convencionais. Assim como o agricultor, muitas pessoas precisam recorrer ao SUS, e muitas vezes não conseguem o remédio. Aldemir já observou casos mais delicados, em que pessoas têm que interromper um tratamento, pois o medicamento estava indisponível.
Nas últimas semanas, as principais queixas têm sido a falta de remédios para hipertensão e diabetes, como Anlodipina, Losartana, Sinvastatina e Diazepam, além alguns analgésicos e antidepressivos.
Bom se o problema é por mudança na licitação então eu pergunto e acredito que a população também queira saber: _Por que há 3 meses não se encontra AAS 100mg, Carbamazepina 200mg, Clonazepan 2mg, Clonidina, Bromoprida gts, Dimeticona cp e gts entre alguns outros medicamentos básicos para todas as faixas etárias na maioria das UBS e USFs? A licitação demora 3 meses e mais para ser concluída? Então pq já não se programam para o ano todo e o responsável pela compra não controla isto. Minha mãe gasta R$ 285,00/mês em medicamentos que não são padronizados como diacereína, cálcio etc...e com os básicos em falta, este valor está ainda maior e ela recebe 1 salário apenas. Porém o mais engraçado é que na farmácia popular municipal se encontra todos ou quase todos esses medicamentos para compra. Engraçado né, pq os medicamentos são os mesmos das unidades bem como os fornecedores...
Outro dia circulou no jornal Transparência uma matéria do Mauricio Lazari que dizia;" Minha terra tem rodeio mas nao tem saúde" mais ou menos assim, agora chegou o caos: Não temos o mínimo de remédios, aqueles que são de uso contínuo. É o fim da rosca. Você não vai encontrar medicamentos na farmácia do Posto de Saúde de Nova Campina, ninguém sabe, ninguém viu, o povo fica à mercê de verdadeiros crápulas, e o gasto na saúde gira em torno de R$ 300.000,00 (Trezentos mil reais) por mês. Vão deixar o povo morrer à míngua, será que teremos que esperar o outro prefeito assumir em janeiro de 2013 para termos os nosso direito preservado?
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