Nas ultimas semanas nosso vice-prefeito e Diretor do Departamento de Saúde, Luis Tassinari, extrapolou mais uma vez todos os limites do razoável, para não se dizer da legalidade e da moralidade.
Vestiu a camisa de um certo candidato a deputado estadual, que por sinal, também é seu parente e foi a luta, abandonando por completo suas atribuições e seus compromissos como gestor da saúde em Nova Campina.
O povo ficou estarrecido com tamanho despropósito, ocupando um dos cargos mais importantes da Prefeitura Municipal, ganhando um salário astronômico, Luis Tassinari, desfilava alegremente pelas ruas da cidade, em pleno horário de expediente, trabalhando como cabo eleitoral para seu parente.
Enquanto o faceiro militante distribuía sorrisos e afagos pedindo votos para seu candidato a deputado, o Departamento de Saúde do município, pelo qual ele é o responsável encontrava-se as moscas.
Todos os procedimentos em prol de pacientes e usuários da saúde que dependiam de sua expressa deliberação foram adiados ou negados, pois o Diretor de Saúde preferiu dar mais atenção a campanha eleitoral de seu tio, do que atender e cuidar da população que ele jurou por duas vezes defender, a primeira quando tomou posse como vice-prefeito, e a segunda ao assumir o cargo de Diretor do Departamento de Saúde de Nova Campina.
Nada justifica a quebra desses juramentos.
A população de Nova Campina é o que importa, e aquela parcela dessa mesma população que necessita do atendimento na saúde, deve ser a prioridade primeira de qualquer governo que queira ser considerado sério.
Governo municipal que prioriza campanha eleitoral de parentes e amigos, deixando os pacientes e usuários da saúde de lado, não é sério, é irresponsável, é incompetente e não merece a consideração do povo.
Quantas e quantas dificuldades já vêm enfrentando nossos munícipes quando necessitam do Departamento de Saúde, faltam médicos qualificados, faltam medicamentos, falta rapidez na realização de exames, falta transporte em condições apropriadas e falta apoio logístico aos moradores da zona rural.
Os bairros, principalmente o Barreiro e a Itaoca, estão esquecidos, enquanto Luis Tassinari passeia em carro aberto pedindo votos para seu parente, candidato a deputado estadual, que promete trabalhar pela saúde!!!
E os eleitores pensam consigo mesmo; “se ele for trabalhar pela saúde como o sobrinho trabalha, estamos perdidos”.
E prometem! Como essa gente gosta de fazer promessas, de medicamentos a tratamentos dentários, sempre há algo que um eleitor leigo possa vir a precisar.
Se o cidadão abertamente apóia outro candidato, inclusive com publicidade em sua casa, nada impede que ele também seja abordado, com promessas sofisticadas e bem elaboradas, funcionando a velha máxima da política oligarca: ”a placa adversária caiu, a promessa se cumpriu”.
Lá de vez em quando até cumprem mesmo, se o eleitor está doente e compromete-se a aderir à campanha do nobre candidato a parlamentar, o medicamento aparece como em um passe de mágica. Custo zero no momento, conseqüências trágicas para a democracia após o dia três de outubro.
Mas nem sempre as promessas e o discurso vazio funcionam, foi o que aconteceu na semana passada no Longa Vida, quando o candidato a deputado e seu cabo eleitoral e Diretor de Saúde, foram gentilmente convidados a encerrar sua visita ao bairro por eleitores descontentes.
Não antes de escutarem muitas reclamações por parte dos moradores, alguns chegando a desabafar sem meias palavras que se arrependiam amargamente por terem votado, na chapa que dizia amar Nova Campina.
Após esse corretivo popular, passados alguns dias, o Diretor de Saúde voltou ao Longa Vida, dessa vez na companhia de uma nobre edil, que pensava ser uma autoridade no local, mas novamente os moradores não mostraram disposição para ouvir promessas que sabem não serão cumpridas, nem por deputados, muito menos pela atual administração que governa Nova Campina.
Os ânimos dos eleitores do Longa Vida refletem a atual situação política em Nova Campina, o povo quer o novo, quer se libertar do atraso representado por políticos como Eliel, Alaise, Lucas e os Tassinaris de cada dia.
Atraso e retrocesso que ficam evidente quando um Diretor de Saúde pago com o dinheiro do povo campinense abandona seu cargo para se fazer cabo eleitoral de seu tio candidato.
A serviço da Justiça, da Verdade e da Liberdade de expressão do povo de Nova Campina. Nós acreditamos no desenvolvimento de nossa cidade.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Faltam médicos no Barreiro e no Distrito de Itaoca

Nos municípios onde o poder público falha e não cumpre com seu papel, os primeiros a pagarem o preço pela ineficácia e ineficiência administrativa é a população que se vê privada de serviços públicos essenciais.
Em Nova Campina, o Barreiro e o Distrito de Itaoca, infelizmente se encontram enfrentando esse tipo de situação caótica e desumana, sem perspectivas aparentes de melhora.
O clamor dos moradores dessas localidades tem fundamento e exige solução imediata por parte do prefeito Eliel Santiago e de seu Diretor de Saúde.
Vejam bem meus amigos; não há médicos designados para atender os usuários da saúde, nem no Barreiro, muito menos na Itaoca. Isso mesmo, os pacientes estão sem o devido atendimento médico há exatos dois meses.
A situação é critica. O PSF obrigatoriamente deve contar com um profissional médico para completar a equipe de atendimento. É essencial que o programa funcione corretamente em suas unidades de origem desafogando o atendimento central.
O trágico dessa história é que o prefeito, o Diretor de Saúde e o Diretor de Finanças deram sinais claros que para esse ano (2010) novas contratações médicas estão descartadas. Com um pouco de sorte, talvez no inicio de 2011 (março)
Ainda faltam três meses para o final de 2010, somando-se aos dois meses anteriores, serão cinco meses, que o Barreiro e a Itaoca terão de suportar sem o atendimento de um profissional médico em suas unidades de saúde.
A gestão Eliel Santiago/Luis Tassinari deve achar tudo isso normal, que cinco meses é um curto período de tempo, mesmo porque eles próprios não se utilizam dos serviços públicos de saúde, uma vez que o povo de Nova Campina lhes pagam altos salários.
Para eles, tudo deve continuar como está, os moradores devem se dar por satisfeitos com o atendimento que vem sendo executado por uma enfermeira, duas vezes por semana no Barreiro e outras duas no Distrito de Itaoca.
Até pouco tempo atrás eram três visitas semanais à Itaoca, mas o atendimento acabou por ser reduzido.
O que causa certa estranheza e perplexidade é saber como estão sendo feitas as prescrições de medicamentos aos pacientes e usuários da saúde nos bairros, qual o procedimento que se adota em uma situação tão incomum como essa: Consultas médicas realizadas por enfermeiras.
A população teme ainda que ao final de três meses sem um médico para compor a equipe do PSF, o município acabe perdendo o direito a verba integral que o governo destina para sua manutenção e o caos na saúde aumente ainda mais.
Sem novas contratações de profissionais médicos pela prefeitura a perda é inevitável, não passa do mês de novembro, pois não haveria ninguém para se responsabilizar pela equipe do PSF.
Trata-se de um desrespeito com a saúde dos cidadãos da zona rural de Nova Campina. Os municípios devem planejar expandir o Programa Saúde da Família e não reduzi-lo. O que está ruim corre o risco de piorar.
A população dos bairros quer uma solução imediata. Não quer discursos e promessas vazias, não quer ver sua solicitação engavetada na morosa burocracia de uma gestão municipal que dorme em berço esplendido.
Os moradores não agüentam mais serem iludidos e tratados sem o devido respeito pelo prefeito Eliel Santiago e principalmente pelo Diretor de Saúde, Luis Tassinari, que parece não se importar nem um pouco com as dificuldades que os munícipes do Barreiro e da Itaoca vêem enfrentando.
Obs1. Não acreditamos que a administração Eliel Santiago/Luis Tassinari planeje alguma saída mirabolante ou mágica sem o amparo legal para evitar a perda de uma equipe do PSF. Jeitinho brasileiro no presente caso não funciona, pois é conhecido o rigor que os órgãos de controle se utilizam para fiscalizar e punir os espertos administradores que tentam burlar as regras referentes ao correto funcionamento do programa. A conferir.
Obs2. O povo acredita que se o vice-prefeito trabalhasse mais como Diretor de Saúde e menos como cabo eleitoral de um determinado candidato a deputado estadual os problemas teriam mais chances de serem resolvidos. O Departamento de Saúde requer muito mais que apenas uma hora de serviços diários.
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