Ser chamado de mentiroso, dependendo das circunstancias e principalmente dos autores da colocação, não diminui em nada a vitima ofendida, acreditamos que pode ocorrer o contrário.
Para certos indivíduos, governos, grupos, quadrilhas ou bandos é fácil chamar outros de mentirosos, o difícil para os provocadores é admitir que vivem e sobrevivem de verdades fabricadas que aos olhos de muitos não passam de meros embustes ou mentiras oficiais.
Mas quem julga as inverdades que propagam os ímpios?
Os próprios ímpios ou os justos que as ouvem e selecionam partes de seu conteúdo extraindo para si apenas o que condiz com a realidade dos fatos?
A verdade sempre é uma só; mas dependendo do numero de observadores ela pode adquirir infinitas faces, a conclusão cabe a cada um individualmente.
A diversidade de opiniões reforça a democracia.
Ser independente não é fácil, apontar as mazelas e os desmandos dos senhores feudais da política, que insistem em se comportarem como donos particulares da máquina pública, desperta muitas vezes a ira e o ódio de lacaios, serviçais e garotos de recados que assessoram esses verdadeiros coronéis fora de época.
Lacaios e serviçais sempre existirão, onde há poder instituído, sempre haverá alguns indivíduos dispostos a permanecerem de joelhos diante da mesa de seu senhorio, esperando pelas migalhas que lhe são atiradas.
Por outro lado, existe um tipo especial de lambe botas atualmente, são os garotos de recados que se encostam aos poderosos para divulgar suas façanhas quixotescas e transformar suas derrotas em vitórias, seus defeitos em qualidades, seu atraso em modernidade.
Os donos do poder se utilizam de seus serviços apenas em ocasiões especiais, o que os deixam felizes e contentes por certo tempo, acreditando piamente que são verdadeiramente úteis.
Como são descartáveis e pouco confiáveis, uma vez utilizados, após servirem aos mais diversos propósitos dos mandatários políticos, são novamente colocados na lixeira do esquecimento.
Nesses tristes momentos esperneiam, choram, prometem se rebelar e nunca mais se submeterem às humilhações e as desfeitas do poder constituído.
Mas basta que os chefões estalem os dedos e lá vão eles de novo, prontos a cumprir uma nova missão, atacando àqueles que são infiéis as regras hipnóticas das autoridades políticas constituídas e combatendo com fúria canina os “mentirosos” que ousam discordar da cartilha de seus patrões.
Luis Tassinari, vice-prefeito e Diretor de Saúde do município de Nova Campina é uma pessoa singular e dispensa apresentações, quem o conhece sabe sobre o que estamos falando.
Gosta de chegar vagarosamente com sorriso fácil e com sua conversa rala ir aos poucos dominando espaços. Como quem não quer nada, na maioria das vezes, diz o oposto daquilo que tem em mente.
Alguns incautos acabam se iludindo com suas bazófias e acabam pagando o preço e muitas vezes um alto preço.
Mesmo sendo um iniciante politicamente falando é obvio que ele percebe a onda que se forma no horizonte e nós acreditamos que ele fará de tudo para surfá-la.
Se os seus amigos do momento não podem acompanhá-lo ele irá por si próprio. Alguém duvida?
Enquanto seus aliados têm assuntos mais urgentes para tratar ele vai aos poucos ganhando terreno, buscando minar as forças daqueles que lhe são oposição fora de seu ciclo político partidário.
Não importa a que artifícios tenha que recorrer ou os meios a serem utilizados, o importante é fechar todas as portas e bloquear todas as passagens.
Se a população é prejudicada, paciência, a manutenção do poder a tudo justifica.
Somente olhando por este prisma, podemos tentar entender o motivo que o leva a algumas atitudes que causam transtornos a população que necessita dos serviços de saúde pública e a gastos desnecessários aos cofres da prefeitura.
O expediente que ele vem utilizando é antigo e quem acompanha nosso pequeno Blog já o conhece de tempos atrás.
Pensando apenas em resguardar seus próprios interesses e protelando tratamentos que muitas vezes não podem esperar, ele vem sistematicamente negando-se a fornecer medicamentos aos doentes quando as receitas são prescritas por um conhecido médico que tem por hábito a gentileza de atender pacientes campinenses que o procuram.
Nega-se terminantemente a atender também os pedidos de exames quando requeridos pelo mesmo médico que a nosso ver o Diretor de Saúde acredita ser uma ameaça as suas futuras pretensões.
Os gastos desnecessários aos cofres públicos nascem de sua revoltante atitude de continuar insistindo para que os pacientes inicialmente atendidos pelo Dr. Alex de Sousa, quando procuram o Departamento de Saúde municipal, submetam-se a uma nova consulta, a tal da “segunda opinião”, que ele implantou tentando desmerecer o trabalho do bom doutor.
Sem uma nova consulta, com outro profissional, não importa a gravidade do problema, o paciente campinense não será atendido pelo serviço de saúde pública municipal, acabando abandonado a própria sorte.
Não conseguimos entender tal comportamento que humilha e degrada ainda mais o paciente que na maioria das vezes já se encontra abalado, fisicamente e psicologicamente, em razão de sua enfermidade.
Esse comportamento reiterado do digníssimo senhor Luis Tassinari, torna-se ainda mais absurdo, quando se sabe que sua negativa é seletiva e discriminatória, alcançando apenas os pacientes encaminhados por Alex.
Pois em relação aos pacientes atendidos por qualquer outro médico, particular ou não, o Departamento de Saúde prontamente libera os exames e os medicamentos solicitados, não havendo necessidade alguma da tal “segunda opinião”.
As razões para tamanho desplante não conseguimos compreender, mas talvez você leitor amigo, possa ajudar-nos a elucidar o x dessa terrível questão.