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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Alergia e Ojeriza a Ordens Judiciais


No final do mês de maio a Justiça ordenou que o chefe do executivo tomasse às devidas as providencias em relação ao processo que a estudante Simone move contra os imperadores do caos que lhe usurparam o direito ao ensino superior.

O prefeito não se importou, deu de ombros, como sempre vem fazendo quando é chamado a se manifestar sobre ocorrências polêmicas para sua débil administração. (Que o diga a ex-prefeita e seus monumentais processos no Tribunal de Contas de São Paulo).  

Frente a tamanho descaso, a Justiça apertou o cerco determinando o pagamento de multa diária pelo proposital esquecimento. A multa equivale ao dobro do valor mensal que o “poderoso” chefe deveria repassar a FAIT a titulo de bolsa universitária. Mesmo assim o impasse permanece.

É a alergia ao cumprimento de ordens judiciais. É a falta de um verdadeiro comandante para assumir as responsabilidades por uma gestão administrativa capenga e sem rumo.

Quando promoveram a perseguição ideológica, discriminatória e preconceituosa que resultou na suspensão da bolsa universitária da estudante Simone, os fiéis escudeiros capitaneados pelo “poderoso” chefe se regozijavam por sua maldade e se orgulharam por seu ato vil; mas hoje quando o Oficial de Justiça chega à Prefeitura Municipal todos se escondem.              

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Desvio de Função II - Telefonista


Temos vários estagiários remunerados atuando na prefeitura municipal de Nova Campina. Os valores recebidos estão entre R$ 600,00 (8h) e R$300,00 (4h).

Muitos cidadãos reclamam que esses estágios deveriam ser melhor fiscalizados, pois há fortes indícios de que alguns estagiários (as) estão se beneficiando de verbas públicas do município sem a devida contrapartida.

Os valores repassados aos beneficiários visam auxiliar na manutenção de seus estudos, é certo também que cada estagiário deve atuar na prefeitura em área relacionada diretamente com o curso que ele freqüenta.

Um estudante do curso técnico de edificações deve fazer estagio junto ao Departamento de Obras, acompanhando técnicos, engenheiros ou arquitetos, não há razão para ser diferente.

Mas na atual administração campinense, para não se perder o habito, o time formado por Eliel e seus pupilos conseguem contrariar a mais elementar das regras.

Pois temos uma estagiaria no Departamento de Saúde, que freqüenta o curso técnico de enfermagem, mas exerce atribuições de telefonista na sala da servidora Neusa.

Ora, seu estagio não deveria ser praticado junto às enfermeiras nas dependências do Posto de Saúde para assim adquirir experiência profissional?

Ou ela está em um curso peculiar que treina enfermeiras para trabalharem como telefonistas?

O estagio não tem por finalidade primeira capacitar a profissional técnica para que ela ao terminar o curso já se apresente preparada para o mercado de trabalho?

Por trás desse inocente descuido administrativo, esconde-se um grave desvio de função, pois uma estagiaria exerce atribuições que não lhe cabem, distanciando-se da finalidade do programa de estágios.

E acaba ainda por criar situações injustas referentes as remunerações, pois se comparado a outros servidores públicos, os valores que a estagiaria recebe são melhores que os vencimentos pagos a técnicos já formados ou até mesmo as agentes de saúde que servem a municipalidade.

Esse assunto é tratado com certa cautela pelo Departamento de Saúde, já que muitos populares atribuem esse privilegio concedido a estagiaria graças a uma recente mudança política ideologica que ocorreu entre seus familiares.

É o poder da máquina pública domesticando até os mais ferrenhos opositores.