
No final do mês de maio a Justiça ordenou que o chefe do executivo tomasse às devidas as providencias em relação ao processo que a estudante Simone move contra os imperadores do caos que lhe usurparam o direito ao ensino superior.
O prefeito não se importou, deu de ombros, como sempre vem fazendo quando é chamado a se manifestar sobre ocorrências polêmicas para sua débil administração. (Que o diga a ex-prefeita e seus monumentais processos no Tribunal de Contas de São Paulo).
Frente a tamanho descaso, a Justiça apertou o cerco determinando o pagamento de multa diária pelo proposital esquecimento. A multa equivale ao dobro do valor mensal que o “poderoso” chefe deveria repassar a FAIT a titulo de bolsa universitária. Mesmo assim o impasse permanece.
É a alergia ao cumprimento de ordens judiciais. É a falta de um verdadeiro comandante para assumir as responsabilidades por uma gestão administrativa capenga e sem rumo.
Quando promoveram a perseguição ideológica, discriminatória e preconceituosa que resultou na suspensão da bolsa universitária da estudante Simone, os fiéis escudeiros capitaneados pelo “poderoso” chefe se regozijavam por sua maldade e se orgulharam por seu ato vil; mas hoje quando o Oficial de Justiça chega à Prefeitura Municipal todos se escondem.